E TERMINANDO COM O FINAL FELIZ

COMEÇANDO PELO FINAL FELIZ
outubro 7, 2013
ELEMENTAR, MEU CARO WATSON!
outubro 18, 2013

Na semana passada falamos sobre a criação da fantástica fórmula literária: crime, investigação e solução. É como a invenção da roda: nos dias de hoje ninguém se pergunta como alguém teve essa ideia, e com o romance policial acontece o mesmo. O leitor devora o livro e basta. No entanto, uma pesquisa minuciosa vai nos levar a entender melhor a criação desse homem que é uma máquina de pensar. Allan Poe soube captar a essência de sua época.
Quando engendrou Os Crimes da Rua Morgue, a filosofia corrente era o positivismo, que considerava como único conhecimento legítimo o que se encontrava nas ciências naturais, baseado na observação, experimentação e utilização de conceitos matemáticos. Acreditava-se que a ciência deveria se basear na evidência (que fornece ideias claras e distintas) e na dedução que as encadeia (técnica que o primeiro detetive vai usar). Na mesma época, Comte criava a sociologia, uma ciência fundada na análise de fenômenos diretamente observáveis.  Era também a época em …
Para continuar lendo clique aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *